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sábado, 11 de setembro de 2010

Sonhos: Utopia ou realidade?

Uma análise quanto à motivação e a significação dos sonhos realizados para o ser humano.

Porque hoje em dia, as pessoas são tão desmotivas a sonhar? Porque um garoto fala que quer ser jogador de futebol ou quer ter sua empresa e alguém o restringe? Porque alguns sonham toda hora, vivem sonhando por aí e não fazem nada para conquistar? Qual o papel da família na motivação dessas futuras gerações? A violência, o estresse do dia-a-dia, isso contribui para a desvalorização dos sonhos? Se Thomas Edison e Nicola Tesla não tivessem sonhado e tantos outros? O que seria da humanidade se as pessoas desistissem tão facilmente?
Se formos analisar o passado de nossa sociedade, iremos achar vários exemplos de pessoas incríveis que não desistiram diante das dificuldades. É interessante pararmos para analisar a nossa volta, quantos sonhos realizados, na qual utilizamos que são indispensáveis para o nosso estilo de vida atual. Exemplificando, identificamos a energia elétrica que foi difundida, graças às contribuições e sonhos de um homem chamado Nicola Tesla, que na sua época foi martirizado pelas suas invenções e chamado de “cientista louco”, na qual descobriu a Corrente Alternada, uma forma de transmissão de energia elétrica a grandes distâncias.


Qual o papel real da família no futuro dos filhos? Quando os pais não estimulam os filhos a sonhar, consequentemente não estão facilitando a auto-realização dos mesmos, e logo não poderão exigir o “sucesso”. Claro que aqui, não está sendo isentado o poder e a atitude que o ser - humano tem sobre si mesmo e sobre tais influências. Apenas é colocado que um filho estimulado (em todos os aspectos) é muito mais provável que haja um futuro cidadão bem sucedido do que um peso para a sociedade. O que há também é uma disseminação generalizada de desmotivação, “Eu não consegui, meu filho também não vai consegui”. O que chamo de “Hereditariedade Desmotivada”, uma nomenclatura que conceitua esse fardo posto nos filhos.
Para o inventor da televisão, foi transmitida para ele uma desaprovação de sua ideia, de que “seria impensável uma pessoa perder tempo em frente a uma ‘caixa’ com uma imagem passando nela”. Será que esse crítico estava certo? Com certeza não, a TV só cresceu e cresce exponencialmente na vida e na cultura da nossa população brasileira e mundial.

 A violência, o desemprego, a fome, o estresse entre outros fatores são influenciadores dessa epidemia. Os causadores principais são a Frustração e o Conformismo. O conformismo precisamente transmite a ideia de pensar pequeno, satisfazer-se com o pouco no sentido de não querer conquistar nada mais, e isso vai aos poucos definhando o indivíduo e contaminando como uma lepra ardorosa a quem está por perto.
Alguns vivem de sonhos, vivem numa forma de imaginação, no país das maravilhas, é uma forma confortável de viver, não necessita de esforço nem de ação, e que ruína o futuro promissor e aniquila o prazer da conquista, na qual sonham e não buscam. Logo irão ser eternos frustrados.
O significado da realização do sonho para o ser – humano é vital para a busca de novos sonhos e novas conquistas. E o prazer dessa conquista também pode e deve ser disseminado por toda a esfera terrestre, acarretando assim uma contaminação proveitosa.
Enfim, conclui-se que o espírito humano não deve se acomodar no sono da razão, nem viver numa eterna utopia, o sonho deve ser sonhado e lutado, e quando conquistado, disseminado.
 Handa Barros                


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